Passaram muitos anos mas parece que foi ontem. Eu comecei a trabalhar logo que acabei a escola primária, percorri a pé durante muito tempo o percurso de quase vinte quilómetros, entre ida e volta a casa até conseguir comprar uma bicicleta, meu primeiro transporte. Meus pais, não tinham condições para me por a estudar, mas eu tinha o sonho de ser veterinária, pois sempre me apaixonou os animais de quatro patos, pela sua inteligência e ausência de maldade que muito abunda na humanidade, mas como era necessário ajudar a casa naqueles tempos de necessidades, só pude ingressar na escola nocturna depois de atingir a idade permitida na época, mas tirei um curso como estudante trabalhadora, como muitos jovens da minha época o fizeram, sem pedir ou dever nada ao estado português. Mas o 25 de Abril aconteceu, e com ele nasceu o alento, a esperança e os sonhos, perspectivou-se uma vida melhor, mais justa e humana, para o futuro, haveria democrática e menos distância entre o povo e as riquezas de alguns e que todos contribuiriam para economia da nossa querida nação livre da ditadura e da PIDE. Atingiríamos a reforma e iríamos passear e visitar outros países como aqueles turistas que meus pais tanto admiravam mas nunca tiveram condições para imitar, mas eu chegaria lá, pensavam eles, com essa democracia cheia de justiça e dignidade. Mas o tempo passou, mas a democracia não, transformou-se numa palavra que todos passaram a usar como plataforma da mentira e através dela, continuarem a escravizar o povo retirando-lhes as regalias e direitos adquiridos e levando-o até ao suicídio. As famílias, muitas regressaram ao passado principalmente os mais velhos e os da minha geração ou pior ainda, a luz do velho candeeiro a petróleo ou da vela voltaram aos mesmos lugares e compram as aparas de carne para o cão mas transforma-se em refeições para a família e isso faz-me lembrar os tempos dos meus pais em que o frango só vinha para a mesa em ocasiões muito especiais. Temos tudo a distância dum clique com as novas tecnologias, muita informação para pesquisar, mas a cadeia invisível que nos acorrenta ao sistema muito mais perigoso que a PID dos outros tempos. Temos tudo tão próximos pelas imensas redes sociais, que nos ligam ao mundo global, mas tudo tão igual como convêm, para que continuemos escravos, não dum regime fascista, mas duma farsa a que chamam democracia, onde a justiça é uma mentira que só beneficia o crime seja ele qual for desde que tenha luvas brancas e poder. Os desfalques na banca, BPN, as derrapagens, branqueamentos de dinheiro, falcatruas e mais falcatruas, e muitos os negócios sujos que levaram os país a falência, mais as fortunas que se gastam para ilibar esses criminosos, arrastando o tempo até que prescrevam os crimes e transformar-nos a nós povo culpado pelo estado da nação. A justiça sabe onde se esconde o dinheiro, conhece os ladrões e o que faz? Por acaso o foi resgatar ou obrigou a devolverem-no? Tudo isso gera negócio, vende jornais e entre muitas coisas que nós ouvimos, mais perece gozarem com o povo, pela submissão a que nos obrigam. Eu penso que as diferenças e as dificuldades de hoje são maiores porque naquele tempo valia-nos a ignorância que nos poupava ao sofrimento de ver e ser obrigada a calar. Hoje eu e muita gente com minha idade apavora-se ao pensar na reforma com medo dos cortes e de não poder cumprir dignamente com obrigações, porque o estado nos obriga a pagar dividas que não fizemos , quando de acordo com os ordenado que recebemos, nós pagamos a nossa contribuição sem nos perguntarem se podia-mos faze-lo naquele ou no outro mes. Desengane-se aqueles que algum dia acreditou que vivia em democracia ou em liberdade.
Saudade
Hoje visitei o lugar da minha janela onde há muito tempo não me via debruçada a espreitar a paisagem das minhas vivencias que fizeram historia da minha vida. Olhei com nostalgia atreves das vidraças do tempo que passou e pareceu-me que me vi ontem, a entrar no avião para voar até a Guiné-Bissau, para cumprir seis meses de voluntariado, na Maternidade do Centro Medico da Casa Emanuel e no entanto já regressei a mais de um mês a Portugal.
O cansaço ainda me faz doer o corpo, mas o coração soma todos os dias saudades das amizades e de todo um conjunto de situações emoções que experimentei dentro do campo missionário onde trabalhei, por isso deixo-me passear por entre essas vivencias debruçada no mural
dessa janela que invento e matar a saudade desse lugar longínquo onde a vida feita de nadas, me ensinaram e enriqueceram tanto
O coração dentro do meu peito acelera e uma lágrima desliza na minha face.
Lembro-me das pessoas com quem trabalhei ensinei e convivi, pessoas diferentes de lugares ainda mais distantes, e de outras nacionalidades, pessoas que me ensinaram a olhar para a vida de uma outra perspectiva e descobrir novos horizontes para sonhar.
Saudades
Aventura pela noite solitária
Esperei, mas o sono não veio ao meu encontro, deixou-me sozinha no meio da noite vagueando por entre as sombras da escuridão, nas ruas da minha saudade e onde encontrei a solidão, com o seu jeito espampanante e sonhador, envolvendo-me no seu abraço até ao acordar do dia.
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| (Foto da Rua que vai da Praça do império ao Porto na Guiné Bissauantes da independencia ) |
Esperei, mas o sono não veio ao meu encontro, deixou-me sozinha no meio da noite vagueando por entre as sombras da escuridão, nas ruas da minha saudade e onde encontrei a solidão, com o seu jeito espampanante e sonhador, envolvendo-me no seu abraço até ao acordar do dia.
Debruçadas no umbral do tempo espreitamos para lá do sonho onde começa o imaginário e voamos nessa aventura fantástica do faz de conta que tudo é lindo, que as ruas de Bissau não tem lixeiras amontoadas em toda a sua distancia e que os jardins tem flores em vez de plásticos, a cidade é um jardim com rede sanitária e que a luz ilumina todos nos seus lares.
Caminhamos juntas por essas avenidas que inventamos nessa cidade organizada com leis que favorecem toda a gente e que vivem felizes e comendo mais que uma vez ao dia ,sem crianças descalças pelas ruas, vendendo bananas ou, amendoim, ( mankara) como lhe chamam aqui, para levarem uns quantos francos cefás, que é a moeda da Guiné Bissau.
Conscientes, da nossa, fantasia, nesse lugar encantado de faz de conta, regressamos ao mundo real e aconcheguei-me ainda mais a solidão e juntas assistirmos ao nascer de mias um dia, que ao chegar , sem qualquer preocupação ,estendeu os braços para a vida que o abraçou e festejou com alegria denunciando a sua chagada.
E o meu dia também começou depois dessa noite acordada.
AMIGA É MAIS QUE IRMÃ
Amanheceu e eu acordada, assisti ao despertar da passarada e das crianças do orfanato, que eufóricos e barulhentos se dirigiam
para o refeitório, para depois irem para a escola, enquanto as portas dos
quartos, aqui no lar se abriam e fechavam, fazendo aquele
barulho característico, dos portões dos quintais em Portugal e com quela anciedade que apertra o peito quando se sente uma saudade.
Atravessei a noite
com a companhia dos motores de geradores espalhados por todo a bairro de Afia
e também o chilrear de pássaros nocturnos que mais pereciam gente a gritar,
quando esvoaçam por cima da minha janela e mais distante o latir de cães inquietos
até de madrugada.
Meu pensamento foi por entre toda essa algazarra de sons e silêncios
trazidos no ar quente que me entra pela janela, que a ventoinha ligada no
máximo não consegue arrefecer. Pensei em tanta gente de quem sinto saudades,
mas pensei em ti especialmente.
Percorri todos os recantos das minhas lembranças à procura do momento em que te conheci, mas esse espaço de tempo em que apareces na história da minha vida, esta retido nessa falha de memória, assim como muitos outros que não consigo lembrar, mas que importa se tu estás ai bem presente, como uma espécie de pilar que DEUS colocou na minha vida para eu não desmoronar enquanto o chão de desfazia debaixo dos meu pés.
Percorri todos os recantos das minhas lembranças à procura do momento em que te conheci, mas esse espaço de tempo em que apareces na história da minha vida, esta retido nessa falha de memória, assim como muitos outros que não consigo lembrar, mas que importa se tu estás ai bem presente, como uma espécie de pilar que DEUS colocou na minha vida para eu não desmoronar enquanto o chão de desfazia debaixo dos meu pés.
Sem ti, eu não teria chagado aqui.
Sem essa amizade com que sempre me acarinhaste e protegeste quando
eu andava a deriva pelas ondas no mar da desilusão, no deserto de afectos de
quem me deveria amar, do abandono onde a distância foi conveniente para não
cuidar.
Obrigada por estares
presente por me acompanhares e permaneceres a meu lado como uma irmã genuína,
nessa amizade pura que nos abraçou com laços do Amor de DEUS, esse Amor que
transcende todo o entendimento e uniu para sempre e pelo apoio que me dás quando
eu quero voar e ir mais além de mim e parto com tranquilidade porque tu estás aí.
Sem tua ajuda eu não seria protagonista desta história de
voluntariado na Guiné – Bissau, pela segunda vez, nem teria virado a página de
livro que tanto te aflige quando eu releio as páginas que já estão para trás e
me fazes sorrir com essa preocupação de filha que não quer ver a mãe chorar.
E quando eu escrevo para ti, tu vais escrevendo na minha história de vida uma história ainda mais linda, com palavras de coragem de afectos e de amizade ajudando-me a suportar os ventos e contratempos com coragem nesta minha aventura .
E quando eu escrevo para ti, tu vais escrevendo na minha história de vida uma história ainda mais linda, com palavras de coragem de afectos e de amizade ajudando-me a suportar os ventos e contratempos com coragem nesta minha aventura .
São para ti todas as palavras de carinho e admiração que eu
recebo na rede social do fb ou através do telemóvel ou outras redes, porque sem a tua amizade eu não estava aqui.
Obrigada querida AMIGA
SABIA QUE PORTUGAL VIVE NUMA DITADURA?
Encontrei este post no Facebook e axei que merecia estar aqui.....
Não acredita? Consulte os factos em baixo e acorde para a verdade que o rodeia. Ajude Portugal inteiro a acordar, partilhe, divulgue... comente, fale...
Todos os portugueses gritam a sete ventos que...
Votar é um direito
Votar é um dever
Fascismo nunca mais
Ditadura nunca mais
Democracia sempre!!!
E se os governos decidirem manter a ditadura, fingindo que é uma democracia, se eles o dizem o povo acredita!?
Não existe prisão mais eficaz, mais duradoura, e económica, que a falsa ilusão de liberdade.
Parecemos uns tontos com o cadafalso à frente, a caminhar para ele, a defender e a eleger os carrascos e a jurar a pés juntos, que não, jamais!!
A garantir que odiamos carrascos, que odiamos o cadafalso, que odiamos a ditadura ...
No entanto fazemos de conta que não vemos... que não sabemos... que não está à vista de todos na Constituição da República Portuguesa, a impotência do povo, a nulidade da vontade popular, a inércia da justiça.
A ditadura moderna não usa a violência física, é mais sofisticada, abusa da repressão, da exploração, da censura, da manipulação, e usa como ferramenta mais eficaz, os órgãos de informação, para manter o rebanho manso.
Todos deveriam saber, mas poucos sabem, que em 1974 conquistou-se a liberdade, mas em 1976, voltamos à ditadura, disfarçada.
Como e quando afastaram o povo do poder.
O Grande Golpe terá estado nos números 1 dos artigos 285 e 286, a seguir transcritos: que colocaram todo o poder na mão dos políticos e afastaram o povo, para sempre, desde 1976.
Artigo 285.º - 1. A iniciativa da revisão compete aos Deputados.
Artigo 286.º - 1. As alterações da Constituição são aprovadas por maioria de dois terços dos Deputados em efectividade de funções.
Ou seja, o voto popular foi, afastado para sempre, das revisões e das decisões constitucionais, permitindo que 2/3 dos deputados a ajeitem, como entendam conveniente, na defesa dos interesses da classe, maquilhando-os de “interesse nacional”.
O referendo e a nulidade
Aprisionado por capatazes políticos ao serviço duma monarquia bancária.
Lançando mão a mecanismos - abjectos, porém eficazes - de manipulação de massas, com destaque para o controlo dos media, a estrutura de poder em Portugal assemelha-se, demasiado, a uma cleptocracia.
O povo ainda tentou uma abrir uma brecha, no circulo cerrado e ditatorial, para ter acesso ao poder, mas eles souberam, novamente fazer dessa brecha, uma falsa cedência.
Por forte pressão popular, já depois de 1976, "os deputados concederam" aos seus eleitores - a figura do referendo.
Porém, como o referendo poderia tornar-se perigoso para o seu teatro democrático, o nº3 deste artigo reza assim
Artigo 115º da Constituição.: - "3. "O referendo só pode ter por objecto questões de relevante interesse nacional que devam ser decididas pela Assembleia da República ou pelo Governo através da aprovação de convenção internacional ou de acto legislativo."
Repare no desplante destes cleptocratas: As questões de "relevante interesse nacional" são as decididas pelos deputados ou pelo governo...
Em democracia o povo tem poder...
Ou seja, eles decidem o que estará sujeito a referendo, ou não: pois é deles a autonomia de decidir o que tem interesse nacional... ou não. Pois claro!
Por isso, um referendo como o que recentemente limitou, na Suiça, os loucos vencimentos dos gestores financeiros, seria impossível por cá. Porque, evidentemente, não tem interesse nacional, para eles. Prejudicaria as negociatas...dos amigos.
Mas todo o artigo 115 merece uma leitura atenta. Como eu o vejo, é mais uma cereja em cima do bolo da ditadura, mascarada de democracia, onde os traidores a Abril nos obrigam a sobreviver...
Que fique claro que considero traidores a Abril, também todos os que gritando diariamente contra o sistema, dele se vão - confortavelmente - "alimentando".
Será que o sistema sobreviveria se toda, a auto-apelidada, esquerda abandonasse os cómodos lugares que ocupa no parlamento?
Adaptado Deste comentário de um leitor.
As petições e a nulidade
Para não me alongar mais, leia a parte final do artigo sobre as petições, neste link. Mais uma vez o governo é quem decide quais são dignas de ser atendidas.
Agora pergunto a si, cidadão, eleitor, português, contribuinte... se você vivesse numa democracia, onde a vontade e os direitos do povo são respeitados e escutados, você
admitiria a lista de crimes que enchem a coluna ao lado direito deste blog?
Você não exigiria referendar obras inúteis que nos custam milhões, como fazem na Suiça?
Você não exigiria ser consultado sobre como e onde são gastos os seus impostos?
Você não exigiria justiça severa e rápida, para quem roubou e traiu Portugal?
Então porque não experimenta, democraticamente, fazer uso do seu poder democrático?
Bora lá??? Tem medo de descobrir a verdade?
Descobrir que não temos poder? Que não temos democracia?
Bora lá divulgar e mostrar a todos os portugueses a realidade que nos oprime.
A ilusão da liberdade é aquela que mais nos prende.
Não acredita? Consulte os factos em baixo e acorde para a verdade que o rodeia. Ajude Portugal inteiro a acordar, partilhe, divulgue... comente, fale...
Todos os portugueses gritam a sete ventos que...
Votar é um direito
Votar é um dever
Fascismo nunca mais
Ditadura nunca mais
Democracia sempre!!!
E se os governos decidirem manter a ditadura, fingindo que é uma democracia, se eles o dizem o povo acredita!?
Não existe prisão mais eficaz, mais duradoura, e económica, que a falsa ilusão de liberdade.
Parecemos uns tontos com o cadafalso à frente, a caminhar para ele, a defender e a eleger os carrascos e a jurar a pés juntos, que não, jamais!!
A garantir que odiamos carrascos, que odiamos o cadafalso, que odiamos a ditadura ...
No entanto fazemos de conta que não vemos... que não sabemos... que não está à vista de todos na Constituição da República Portuguesa, a impotência do povo, a nulidade da vontade popular, a inércia da justiça.
A ditadura moderna não usa a violência física, é mais sofisticada, abusa da repressão, da exploração, da censura, da manipulação, e usa como ferramenta mais eficaz, os órgãos de informação, para manter o rebanho manso.
Todos deveriam saber, mas poucos sabem, que em 1974 conquistou-se a liberdade, mas em 1976, voltamos à ditadura, disfarçada.
Como e quando afastaram o povo do poder.
O Grande Golpe terá estado nos números 1 dos artigos 285 e 286, a seguir transcritos: que colocaram todo o poder na mão dos políticos e afastaram o povo, para sempre, desde 1976.
Artigo 285.º - 1. A iniciativa da revisão compete aos Deputados.
Artigo 286.º - 1. As alterações da Constituição são aprovadas por maioria de dois terços dos Deputados em efectividade de funções.
Ou seja, o voto popular foi, afastado para sempre, das revisões e das decisões constitucionais, permitindo que 2/3 dos deputados a ajeitem, como entendam conveniente, na defesa dos interesses da classe, maquilhando-os de “interesse nacional”.
O referendo e a nulidade
Aprisionado por capatazes políticos ao serviço duma monarquia bancária.
Lançando mão a mecanismos - abjectos, porém eficazes - de manipulação de massas, com destaque para o controlo dos media, a estrutura de poder em Portugal assemelha-se, demasiado, a uma cleptocracia.
O povo ainda tentou uma abrir uma brecha, no circulo cerrado e ditatorial, para ter acesso ao poder, mas eles souberam, novamente fazer dessa brecha, uma falsa cedência.
Por forte pressão popular, já depois de 1976, "os deputados concederam" aos seus eleitores - a figura do referendo.
Porém, como o referendo poderia tornar-se perigoso para o seu teatro democrático, o nº3 deste artigo reza assim
Artigo 115º da Constituição.: - "3. "O referendo só pode ter por objecto questões de relevante interesse nacional que devam ser decididas pela Assembleia da República ou pelo Governo através da aprovação de convenção internacional ou de acto legislativo."
Repare no desplante destes cleptocratas: As questões de "relevante interesse nacional" são as decididas pelos deputados ou pelo governo...
Em democracia o povo tem poder...
Ou seja, eles decidem o que estará sujeito a referendo, ou não: pois é deles a autonomia de decidir o que tem interesse nacional... ou não. Pois claro!
Por isso, um referendo como o que recentemente limitou, na Suiça, os loucos vencimentos dos gestores financeiros, seria impossível por cá. Porque, evidentemente, não tem interesse nacional, para eles. Prejudicaria as negociatas...dos amigos.
Mas todo o artigo 115 merece uma leitura atenta. Como eu o vejo, é mais uma cereja em cima do bolo da ditadura, mascarada de democracia, onde os traidores a Abril nos obrigam a sobreviver...
Que fique claro que considero traidores a Abril, também todos os que gritando diariamente contra o sistema, dele se vão - confortavelmente - "alimentando".
Será que o sistema sobreviveria se toda, a auto-apelidada, esquerda abandonasse os cómodos lugares que ocupa no parlamento?
Adaptado Deste comentário de um leitor.
As petições e a nulidade
Para não me alongar mais, leia a parte final do artigo sobre as petições, neste link. Mais uma vez o governo é quem decide quais são dignas de ser atendidas.
Agora pergunto a si, cidadão, eleitor, português, contribuinte... se você vivesse numa democracia, onde a vontade e os direitos do povo são respeitados e escutados, você
admitiria a lista de crimes que enchem a coluna ao lado direito deste blog?
Você não exigiria referendar obras inúteis que nos custam milhões, como fazem na Suiça?
Você não exigiria ser consultado sobre como e onde são gastos os seus impostos?
Você não exigiria justiça severa e rápida, para quem roubou e traiu Portugal?
Então porque não experimenta, democraticamente, fazer uso do seu poder democrático?
Bora lá??? Tem medo de descobrir a verdade?
Descobrir que não temos poder? Que não temos democracia?
Bora lá divulgar e mostrar a todos os portugueses a realidade que nos oprime.
A ilusão da liberdade é aquela que mais nos prende.
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